O parceiro Realize não precisa de ponto para começar. Ele opera pelo sistema da rede — de casa, do escritório, do celular. Sem taxa de entrada: você adquire um estoque de matrículas e vende pelo preço que quiser.
Não existe taxa de franquia, nem mensalidade de sistema, nem tabela de preço imposta. O parceiro adquire um estoque mínimo de matrículas e decide quanto cobrar na praça dele — quem conhece a cidade é ele.
Um lote de matrículas nas modalidades que fazem sentido para a sua região. O sistema mostra quanto você tem para vender e quanto cada vaga custou de verdade.
Com o catálogo inteiro da rede na mão e a máquina de vendas atendendo por você. O que entra acima do custo da vaga é sua margem — inteira, sem repasse por matrícula.
Curso, plataforma de estudo, secretaria acadêmica, acompanhamento do aluno e a certificação pela instituição. Você não produz aula nem emite documento.
“Por que eu pagaria para fazer o que já faço de graça?”
Quem vende matrícula para uma grande rede EAD entra sem investir nada e recebe uma comissão fixa por aluno. É um bom começo — e um teto baixo. A diferença está abaixo.
Catálogo grande toda rede tem. Plataforma de aula, também. O que a Realize entrega ao parceiro e ninguém entrega junto é a máquina que vende — e ela não tem horário. Abaixo, um turno inteiro dela, hora a hora, em telas reais.
Os valores aparecem borrados de propósito — número se conversa na apresentação.
O detalhe que separa vender de enrolar: quando o interessado pergunta se a pós dá OAB, a IA responde “não” com todas as letras, explica por quê — e só então oferece o caminho que serve. Ela é treinada para não prometer o que a formação não entrega. Polo que promete errado devolve matrícula depois.
Lead de anúncio esfria em minutos. Vendedor humano dorme. A régua não.
Você não inventa processo de matrícula: recebe um pronto, com as etapas nomeadas por quem já matriculou milhares. Ninguém some no meio porque ninguém fica sem etapa.
Está escrito na própria tela, nas modalidades zeradas: “sem vaga — a IA não promete matrícula”. É a diferença entre um sistema de vendas e um robô de disparo.
O vendedor médio desiste no segundo contato. A régua da rede tem cadência para no-show, para link de pagamento não aberto, para objeção de preço e para documentação parada — cada uma com um motivo novo para voltar, não com a mesma mensagem repetida.
Números do Polo Modelo, o polo de demonstração da rede, com dados fictícios. Nenhum dado de aluno ou de parceiro real aparece nesta página.
Dá para operar a vida inteira sem ponto físico. Mas quando a praça responde, o endereço multiplica a confiança de quem compra um curso de dois anos. Os três formatos não são tamanhos de parceiro: são funções diferentes.
Mesa demonstradora com testeira e banner roll-up. Monta em minutos, cabe no porta-malas e vai onde o público já está.
Feiras, igrejas, sindicatos, empresas, praças, escolas e eventos da cidade. É o único formato que descobre a praça em semanas: em quatro fins de semana você já sabe quais cursos a sua cidade procura — informação que, no shopping, levaria meses para aparecer.
Fachada, vitrine e recepção. É o formato que transforma captação em instituição — o aluno sabe onde te encontrar e volta.
Quem entra numa loja de rua já decidiu procurar: o contato é menor em volume e muito maior em intenção. Curso longo é decisão de família — e família compra com mais segurança de quem tem endereço na rua.
Ilha com balcão retroiluminado, totem vertical e mesa de atendimento. Milhares de pessoas passam por ele todo dia.
É a vitrine mais eficiente da rede para quem ainda não conhece a marca — e a mais cara de manter aberta.
O momento certo: o quiosque rende mais quando a praça já respondeu. Com demanda mapeada, o fluxo altíssimo do shopping vira volume de matrícula e a marca aparece para a cidade inteira. É o passo de escala — e escala se faz sobre o que já está funcionando.
A ordem que acelera: comece online, use o stand para descobrir onde a cidade responde, fixe a loja no bairro que mais respondeu e use o quiosque para escalar o volume. Os três convivem: o stand vira o braço móvel do polo, vai à feira e à empresa e leva gente até o endereço fixo.
Um compromisso que a rede leva a sério — e cobra: nenhum parceiro deve prometer o que a formação não entrega. Graduação e pós-graduação são de instituição credenciada e constam no e-MEC. Curso técnico de nível médio é autorizado pelo Conselho Estadual de Educação e tem validade nacional pelo registro no SISTEC — não se diz “reconhecido pelo MEC”, porque essa é figura do ensino superior. E há cursos que exigem estágio presencial ou registro em conselho profissional para o exercício da profissão. Explicar isso antes da matrícula protege o aluno e protege você.
A conversa é uma apresentação, não um formulário.
Investimento, estoque mínimo e margem a gente mostra ao vivo, com o sistema aberto na tela e a sua cidade no meio da conversa. Meia hora, sem compromisso.